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Caminhada

Agulha Mágica

Agulha Mágica · PETP, Silva Jardim, RJ, Brasil

Classificação do percurso

Moderada

ClassificaçãoModeradaDe 2 a 4 h · até 12 km · 400–600 m (+) e 600–800 m (−) · com obstáculos · piso irregular
Exposição ao riscoPequenoPequenas lesões, no máximo primeiros socorros ou tratamento médico menor. Probabilidade baixa de acidente grave
OrientaçãoModeradoPouca ou nenhuma sinalização, algumas bifurcações, leito ainda definido ou com poucos trechos mal marcados
InsolaçãoBaixaAté 33% do caminho com exposição ao sol
Tipo de percursoTrilhaIda e volta pelo mesmo caminho

Como registrado na fonte: Caminhada Semipesada c/ lances de corda

Data da conquista
12 de maio de 2007
Percurso
Duração
Desnível
1.216 m (+) / 1.348 m (−)

Fotos

Tracklog do percurso

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Distância
14,4 km
Ganho
1.216 m
Perda
1.348 m
Altitude mín.
0 m
Altitude máx.
1.229 m

Perfil de elevação

061512290 m3,5 km6,9 km10,4 km13,8 km

O percurso

Horários e Comentários:

Início na casa de Seu Eliel: 8:01 / 8:05. Coordenadas: 23K0765220/UTM7515051, altitude: 169 m. 1ª travessia de rio: 08:40. 2ª travessia de rio: 08:47. À direita: 08:54. Cachoeira do Rio Maria Mata: 09:05. Rancho: 09:10. Coordenadas: 23K0763378/UTM7516233, altitude: 602 m. Última água antes da subida: 09:32 / 9:37. Ponto que retornamos da última vez: 10:45. Coordenadas: 23K0762851/UTM7515882, altitude: 929 m. Cume: 13:15. Coordenadas: 23K0762271/UTM75155682, altitude: 1.228 m. Saída: 14:10. Água: 15:54 / 16:00. Rancho: 16:15. Casa de Seu Eliel: 17:20.

Comentários –

Seu Eliel e Dona Elza são caseiros da propriedade de Seu Roberto Guedes. Encontramos Seu Eliel preparando uma leitoa para ser assada. Queimava seus pêlos com uma pequena tocha de fogo. Seguimos pela estrada, nos deliciando com mexericas colhidas na propriedade, até esta se tornar uma trilha. Sempre seguindo reto. No rancho pegamos parte da trilha que segue para o Sertão do Rio Bonito. Evitando atravessar embaixo, desviamos da laje de pedra escorregadia. Após atravessar o rio, há um pequeno trecho em pedra escorregadio que tivemos que colocar uma corda. A vegetação e o solo estão cedendo. Estamos em maio e está florescendo uma cactácea famosa: a flor-de-maio. Vemo-la na base dos troncos ou dependuradas nos altos das árvores e até em caramanchões em pedras. Avançamos além do ponto da última vez. A vegetação arbustiva contribui para o nosso progresso. Após a saída da mata, penetrando na rala vegetação de crista temos uma pequena pedra mirante. Vislumbramos a bela cobertura de Mata Atlântica. Ao fundo o Pico de São João e algumas lagoas. No cume podemos ver Corcovado de Friburgo, Serra dos Pirineus, Bicuda, Areado, Paiá, Sertão do Rio Bonito e do outro lado montanhas para o lado do Desengano. Consideramos essa mais uma conquista e denominamos de Agulha Mágica, pois do lado de Macaé de Cima, essa montanha assume a forma de uma ponta, como uma agulha em pedra. Deste lado porém, possui outro formato. Do lado de lá alguns mateiros a denominam de “Bocão Pequeno”. Pernoitamos na Pousada Oliveira, em Bananeiras, tel (22) 2668-9715.

Observações

Fonte / código de biblioteca: 3865

Registrado em 01 ago 2026 · última revisão em 11 set 2026. Acervo do Centro Excursionista Brasileiro.