Mirante do Ouro
Buraco do Ouro · PETT, Teresópolis, RJ, Brasil
Classificação do percurso
Leve superior · lance I · cabo de aço
Como registrado na fonte: Caminhada Leve superior, com lance 1º
- Data da conquista
- 4 de dezembro de 2010
- Percurso
- —
- Duração
- —
- Desnível
- 322 m (+) / 402 m (−)
- Conquistadores
- Cláudia BessaFrancesco BerardiJosé Carlos de Oliveira
Fotos
Tracklog do percurso
Baixar Tracklog- Distância
- 2,1 km
- Ganho
- 322 m
- Perda
- 402 m
- Altitude mín.
- 1.178 m
- Altitude máx.
- 1.582 m
Perfil de elevação
O percurso
Horários e Comentários:
Saída: 10:00. Coordenadas: 23K726845/UTM7526956, altitude: 1.100 m. 200 m depois entrada à direita para o Capitini ou Convescote: 10:07. Saída da estrada que leva ao Buraco do Ouro à esquerda:: 10:17. Coordenadas: 23K726662/UTM7526259, altitude: 1.200 m. Cerca: 10:18. Cerca de 500 metros do carro. Bifurcação: 10:51. Pedrão: 12:00. Parada para o lanche na mata: 12:30 / 13:00. Altitude: 1.390 m. Base da pedra / lajes: 14:00. Coordenadas: 23K725362/UTM7526488, altitude: 1.457 m e 1,7 Km percorridos. Cume: 14:30 / 14:50. Coordenadas: 23K725506/UTM7526559, altitude: 1.588 m Pedrão: 15:30 Cerca: 16:00. Entrada para o Convescote: 16:17. Carro: 16:20. A estrada de terra está precisando de manutenção. Mas apesar dos percalços chegamos a um pequeno sítio. Ali estavam dois senhores: Assis e João de Deus e um adolescente mexendo num carro. O mais novo dos homens, João, havia fechado o carro com a chave dentro. Acostumados a sempre sermos socorridos dessa vez somos nós que tentamos dar uma ajudazinha. Após pelejar muito o rapaz conseguiu laçar a trava e puxá-la. Abrindo o veículo. Berardi indagou se já tinham subido na pedra. Eles disseram que não sabiam. Perguntou se podia subir. E todos permitiram. Seu Assis disse que dos eucaliptos pra baixo a propriedade lhe pertence. Dos eucaliptos pra cima o terreno é do Seu Marcelo (ou será Marcel. A pronúncia do pessoal da roça é diferente). Que subíssemos em direção aos eucaliptos que a vegetação era melhor. Seguimos por essa estrada. Até uma alameda de araucárias. Casebres abandonados contrastam com os belos arbustos de hortênsias. É atrás deles há um caminho que leva ao pasto e outro caminho que leva a água. Ambos nos servem. Pois temos que atravessar a água em direção aos eucaliptos. Seguimos por um caminho por dentro da matinha. Até chegarmos numa crista povoada de capim e samambaias invasoras – taperas. A subida alterna trechos de mata com descampados que sofreram ação incendiaria. Até encostarmos na base da pedra. A ascensão é melhor no mais próximo de onde a água escorre. É aconselhável levar uma cordinha para os trechos mais escorregadios. A crista é bonita. Mais bela ainda a vista: Três Picos, Cabritos, Pedra da Anta, Convescote, Pedra da Índia, Buraco do Ouro, Mulher de Pedra, Dois Bicos, Torres de Bonsucesso, Panorama à Bessa e inúmeras elevações. Uma surpresa ainda estava por vir. Meus ansiosos amigos foram direto pro cume. Eu por minha vez dirige-me em direção oposta a mais baixa da crista. Queria prolongar aquela sensação vencedora. Mas o cume chamava. Recolhi umas pedras para um totem e subi. Cumprimentamos-nos efusivamente. Observamos as nuvens carregadas se aproximando. Ribombavam trovões ao longe. Mas isso não ofuscava o momento. Pelo ao contrário a chuva iria nos refrescar. Fotografamos bastante é quando Berardi reclama de uma picada feroz de mutuca. Ouço o som de abelha no meu cabelo. Uma pousa no meu braço e me pica. Custa a cair a ficha. Estava sendo atacada por abelhas. Comecei a correr com as pedras na mochila, tentando afastá-las com meu chapéu. Deslizo numa espécie de tobogã pela vegetação. Cada um dos meus amigos levaram duas picadas. Eu mais afortunada contabilizei 7. Atualmente o proprietário não permite passar.
Observações
Fonte / código de biblioteca: 3873
