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Caminhada

Pedra Beal

Pedra Beal · PETP, Nova Friburgo, RJ, Brasil

Classificação do percurso

Moderada superior

ClassificaçãoModerada superiorDe 4 a 6 h · até 18 km · 600–800 m (+) e 800–1200 m (−) · muitos obstáculos · piso irregular, com trechos em que é preciso usar as mãos
Exposição ao riscoModeradoLesões médias, com tratamento médico. Probabilidade pequena de acidente grave
OrientaçãoDifícilSem sinalização, muitas bifurcações, trechos de mata fechada ou laje com traçado tênue. Exige mapa e bússola ou GPS
InsolaçãoMédiaDe 33% a 66% do caminho com exposição ao sol
Tipo de percursoTrilhaIda e volta pelo mesmo caminho

Como registrado na fonte: Caminhada Semipesada

Data da conquista
2 de fevereiro de 2011
Percurso
Duração
Desnível
660 m (+) / 1.075 m (−)

Tracklog do percurso

Baixar Tracklog
Distância
8,6 km
Ganho
660 m
Perda
1.075 m
Altitude mín.
1.193 m
Altitude máx.
2.194 m

Perfil de elevação

1193169421940 m2,1 km4,1 km6,2 km8,3 km

O percurso

BEAL P. E. T. P. – Nova Friburgo 05/02/2011

Excursão do CEB com os guias Francesco Berardi, Almir Siller e José Carlos Oliveira, e mais 5 participantes. A excursão objetivava alcançar um cume ao lado do Pico Menor já explorado anteriormente pelo Almir e Berardi em 2007. Dormimos na casa do Almir em Três Picos. Tracklog a partir da casa do Almir. Saímos do Rio por volta das 23h em dois carros, paramos no Posto Garrafão e fomos observando no caminho as destruições das chuvas de janeiro, principalmente em Vieira. Só fomos dormir por volta das 3h, depois de arrumarmos as coisas que levamos para um churrasco e de abrirmos uma garrafa de vinho. Levantamos em torno de 7h e organizamos um bom café da manhã. O dia estava com um céu maravilhosamente azul, salpicado com poucas nuvens. Como nos avisaram que a estrada de acesso ao Mascarin estava totalmente interditada, combinamos com o Chico, que estava plantando brócolis no terreno em frente a casa do Almir, de deixar a Toyota que levaria a todos na casa dele que fica um pouco antes das porteiras do Nelsinho (pousada) e de acesso ao Mascarin (Pousada Três Picos). Saímos da casa às 8h27m e do estacionamento na casa do Chico às 9h04m. Cinco minutos depois, já a pé estávamos na entrada do Nelsinho, onde deixávamos os carros que não conseguiam subir para o Mascarin. O riacho que antecedia o local de deixar os carros virou um rio largo com pedras e um carro comum tem que passar com cuidado. A estrada daí em diante sofreu vários desabamentos e só se pode subir à pé ou de 4x4. Às 9h38m passamos pela pousada do Mascarin. Na subida optamos por passar pela casa de hóspedes do português, que estava em bom estado e com jeito de estar sendo usada eventualmente. O ruim desse trajeto é o lamaçal no trecho que reencontra a outra trilha. O melhor caminho é o que sai à esquerda do grande pinheiro e passa pelo rio, onde tem uma bela área para camping, e que optamos no caminho de volta. Chegamos na bifurcação do Pico Menor (esquerda) e Pico Maior (direita) às 10h20m, onde fizemos breve parada. Quando chegamos na última água (10h30m – 10h42m), o que era um riacho virou um lajedo largo com um riacho encachoeirado. Já havíamos observado um grande desabamento que começava na base da pedra do Pico Menor, só não sabíamos que era esse riacho. Passamos pela entrada à esquerda da Serra da Mariana às 11h03m, chegando na base das lajes às 11h21m. Entramos à esquerda para descansar um pouco no mirante (11h55m – 12h15m) onde fizemos um lanche. Dos oito que começaram, dois, Norma e Roberto, resolveram voltar um pouco depois de sairmos do mirante. Às 12h39m estávamos estudando a saída à esquerda descendo, onde desviaríamos da trilha principal do Pico Menor, faltando uns 30m para chegar no cume desse. Esse trecho inicial é todo em capim de anta, o que dificulta muito devido a grande inclinação. A orientação era visual e andamos no capim de anta em diagonal da direita para a esquerda até que pudéssemos atingir uma matinha, o que não foi fácil porque a passagem com capim era estreita e pouco perceptível, sendo o restante um lajeado escorregadio e perigoso. Essa mata é bastante fechada devido aos bambus finos que dificultaram a progressão e abertura da trilha. Atingir o colo (15h04m) pelo caminho correto é fundamental já que a passagem no ponto ideal é estreita e não visível. Do colo para o cume (15h17m – 16h13m) é tranqüilo. Estava completada a primazia. A vista é bem bacana, principalmente do Três Municípios, Serra da Mariana, Morro do Gato, Jaborandi e vales de onde viemos. Pena que a filmadora estava com a Aline em Búzios. A volta foi complicada no trecho de capim de anta onde desabou alguns tufos, dificultando mais ainda. Às 17h55m já passávamos pela bifurcação da Serra da Mariana. Descansamos no riacho do lajeado desabado de 18h05m às 18h22m e às 18h30m passávamos pela bifurcação dos Picos Menor e Maior. Passamos pela porteira onde deixávamos os carros que não subiam para o Mascarin às 19h23m e chegamos no carro às 19h30m. O churrasco à noite, com cerveja e vinho foi até 1h. Alguns deitaram-se antes. No dia seguinte, de muito sol e calor, fomos tomar banho de rio num poço próximo a casa do Almir. Só fomos voltar ao Rio por volta das 18h, não sem antes passar na casa de vários vizinhos para nos despedirmos.

Registrado em 01 ago 2026 · última revisão em 15 set 2026. Acervo do Centro Excursionista Brasileiro.