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Caminhada

Pedra Castelos do Tinguá

Pedra Castelos de Tinguá · Tinguá, RJ, Brasil

Classificação do percurso

Leve superior

ClassificaçãoLeve superiorDe 1 a 2 h · até 6 km · 200–400 m (+) e 400–600 m (−) · pequenos obstáculos · piso ligeiramente irregular
Exposição ao riscoPequenoPequenas lesões, no máximo primeiros socorros ou tratamento médico menor. Probabilidade baixa de acidente grave
OrientaçãoModeradoPouca ou nenhuma sinalização, algumas bifurcações, leito ainda definido ou com poucos trechos mal marcados
InsolaçãoBaixaAté 33% do caminho com exposição ao sol
Tipo de percursoTrilhaIda e volta pelo mesmo caminho

Como registrado na fonte: Caminhada Leve Superior

Data da conquista
3 de março de 1946
Percurso
Duração
Desnível
1.411 m (+) / 1.424 m (−)

Fotos

Tracklog do percurso

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Distância
23,0 km
Ganho
1.206 m
Perda
1.179 m
Altitude mín.
26 m
Altitude máx.
922 m

Perfil de elevação

264749220 m5,7 km11,3 km17,0 km22,6 km

O percurso

O relato da conquista encontra-se nas fotos. Para se acessar a área é necessário autorização da REBIO Tinguá. Por ser uma reserva mantém visitações em caráter restrito. Segue relatório de uma ida lá.

CASTELOS DO TINGUÁ Data: 27 de julho de 2025 Localização: Tinguá - Nova Iguaçu - Reserva Biológica do Tinguá - RJ Castelo do Tinguá - Coordenadas: 23 K 657754 / 7499179 e altitude: 913 m.

Participantes: Cláudia Bessa (guia) Brendon Moreira (REBIO Tinguá) Helder Melo Jeremias Freitas Júlio Barba (REBIO Tinguá) Glayson Fontoura Leandro de Oliveira Padoin Paulo Cordeiro

Mulheres: 1 Homens: 7

Distância total: 8 km Subida total: 77 m Descida total: 752 m Tempo transcorrido: 7 h e 35 min

- Horários: Cerca aberta para o Isaac: 8:46. Altitude: 480 m. Queda d'água: 9:05. Casa e filho do caseiro: 9:13. Entrada na matinha: 9:18. Junção dos caminhos "Isaac / Nilton": 11:50. Riacho: 12:41. Vista: 12:51 . Castelo do Tinguá: 13:00 / 14:02. Coordenadas: 23 K 657754 / 7499179 e altitude: 913 m. Riacho: 14:24 Junção dos caminhos "Isaac / Nilton": 15:04. Bifurcação trilha subindo e cerca nova: 15:43. Estrada de terra: 16:03. Entrada do Sírio do Isaac: 16:16.

Comentários: O ponto de encontro foi na Praça da Bandeira às 6:00. E o outro local foi na Praça do Tinguá às 7:20. Inicialmente tentamos subir pela propriedade em que é o acesso usual a do Seu Nilton. Há uma outra trilha frequentada por religiosos que leva ao local denominado por eles Céu Azul e passa próximo ao cume do Castelo do Tinguá. No caminho encontramos com Seu Sérgio (mateiro presente a subida do Pico do Tinguá em 2010) e Vagner (sobrinho do Seu Nilton). Vagner se mostrou arredio e negativo quanto a nossa passagem. Resolvemos entrar pelo sítio do seu Isaac. Passamos por baixo da cerca e fomos conhecer a bela queda d’água da propriedade. No retorno conversamos com o caseiro sobre a trilha que pretendíamos fazer. A primeira vista procuramos um trecho de mata limpa e penetramos. Logo vimos registros de passagens anteriores. Queríamos abrir um pequeno trecho até encostarmos na outra trilha. Só que o terreno irregular com matacões e grotas nos induzia a outra direção. Após descarregar a trilha do GPS no computador dá para ver que podíamos ter feito um traçado mais direto e simples. Essa é a primeira atividade em parceria com a REBIO Tinguá. Nós mapeamos as trilhas com os funcionários. Fazemos o levantamento fotográfico da fauna e flora local. Durante a subida vemos uma mata bastante alterada. Por ser beira da reserva e ter propriedade particular dentro percebemos bananeiras sendo cultivadas e até jaqueiras. A partir da crista já próximo ao cume a vegetação muda e até surpreende nos blocos de pedra. Um tapete de bromélias de estende. Habitam inúmeras variedades de orquídeas disputando espaço e luz. Lembrando alguns cumes intocados ou pouco frequentados. A beleza cênica do lugar é espetacular. Vê-se o dossel da floresta estendendo-se até o ponto mais alto da Reserva o Pico do Tinguá. Dali vê-se mais cumes da Reserva Biológica do Tinguá, Reserva Biológica de Araras e Parque Nacional da Serra dos Órgãos demostrando o enorme mosaico de unidades de conservação construído.

Registrado em 01 ago 2026 · última revisão em 16 set 2026. Acervo do Centro Excursionista Brasileiro.