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Selo do Centro Excursionista BrasileiroConquistasCentro Excursionista Brasileiro
Caminhada

Pedra em Pé

Serra do Deitado · Trapiche, Macaé, RJ, Brasil

Classificação do percurso

Moderada

ClassificaçãoModeradaDe 2 a 4 h · até 12 km · 400–600 m (+) e 600–800 m (−) · com obstáculos · piso irregular
Exposição ao risconão registrado
Orientaçãonão registrado
Insolaçãonão registrado
Tipo de percursonão registrado

Como registrado na fonte: Caminhada Moderada com lance de corda

Data da conquista
27 de maio de 2016
Percurso
Duração
Desnível
913 m (+) / 891 m (−)

Fotos

Tracklog do percurso

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Distância
9,4 km
Ganho
913 m
Perda
891 m
Altitude mín.
41 m
Altitude máx.
892 m

Perfil de elevação

414678920 m2,1 km4,3 km6,4 km8,5 km

O percurso

Essa pedra faz parte do conjunto de cumes do Morro Deitado. Na quinta quando nos apresentamos ao Seu Edinho. Esse senhor de sorriso fácil nos disse que se tivéssemos chegado mais cedo teríamos acompanhado o rapaz que foi marcar o caminho para o topógrafo. Esse nos autorizou a passar a qualquer hora. Subimos pelo pasto tentando fazer o passo a passo que Seu Edinho havia nos orientado. Mas um pouco antes de entrarmos na mata pegamos uma trilha de cavalo que passava longe da única fonte de água em abundância. Na volta graças a um boi branco eremita que fui seguindo descobri onde era a água. Resultado subi literalmente com poucos pingos de água. Passamos por uma água meio parada cujo o único movimento eram dos besouros d'água. Pois foi essa água que encerrou a secura dos meus lábios ao fim da caminhada. No colo Berardi queria dividir um Gatorade comigo. Mas essa bebida misto de sal com doce (horrível) não resolveria a minha situação. Tinha sede de água. Além disso ele tomando relaxante muscular precisaria de muito líquido. Ainda corria o risco de ficar com cãimbras cedendo o único líquido. Bem o mal já havia bebido mais de 2 litros de água antes de começar a caminhada. E ainda tinha as tangerinas e peras com líquido e sais. Achamos umas bromélias e retirei a carga da caneta para sorver o líquido. A primeira não deu nem para molhar a língua mas foi na segunda que quase morri. A água era podre igual a água de bambu parada. Cuspi, cuspi e o gosto ruim não saía. Voltemos a descrição do trajeto. Nesse primeiro trecho de mata paralelo a uma cerca conduz a uma estrada de terra abandonada. Ela faz parte a tantas outras largadas para a vegetação tomar conta. Antigamente a produção era de bananas. Saíam mais de quarenta caminhões de banana. Hoje "planta-se gado". Para chegar ao colo a trilha passa por dois grotões secos. Escorregadia e com pedras soltas o caminho não é fácil. No colo encontramos o primeiro marco. Ali decidimos para onde iríamos. Preferimos seguir para direita por achar ser mais fácil e curto. Curto sim mais muito técnico. Havia um cume maior atrás desse. Ao chegar vimos o detrás mais alto com um imenso paredão. Naquele momento sempre dá um friozinho na barriga. Será que conseguiríamos vencê-lo para chegar ao cume. Foi pela esquerda que conseguimos iniciar a subida do cume. Povoado de tufos de canela de ema, bromélias e canelas. A vista é surpreendentemente bonita. Vemos Morro de São João, o litoral de Macaé, o Frade, Serra da Cruz e muito provavelmente com tempo limpo poderíamos ver o Rio de Janeiro.

Observações

Fonte / código de biblioteca: 3887

Registrado em 01 ago 2026 · última revisão em 15 ago 2026. Acervo do Centro Excursionista Brasileiro.