Pular para o conteúdo
Selo do Centro Excursionista BrasileiroConquistasCentro Excursionista Brasileiro
Caminhada

Serra de Santana

Cachoeira de Macacu, RJ, Brasil

Classificação do percurso

Moderada superior

ClassificaçãoModerada superiorDe 4 a 6 h · até 18 km · 600–800 m (+) e 800–1200 m (−) · muitos obstáculos · piso irregular, com trechos em que é preciso usar as mãos
Exposição ao riscoModeradoLesões médias, com tratamento médico. Probabilidade pequena de acidente grave
OrientaçãoDifícilSem sinalização, muitas bifurcações, trechos de mata fechada ou laje com traçado tênue. Exige mapa e bússola ou GPS
InsolaçãoBaixaAté 33% do caminho com exposição ao sol
Tipo de percursoTrilhaIda e volta pelo mesmo caminho

Como registrado na fonte: Caminhada Semi-pesada

Data da conquista
21 de janeiro de 2007
Percurso
Duração
Desnível
967 m (+) / 156 m (−)

Fotos

Tracklog do percurso

Baixar Tracklog
Distância
6,5 km
Ganho
967 m
Perda
156 m
Altitude mín.
477 m
Altitude máx.
1.312 m

Perfil de elevação

47789513120 m1.579 m3,2 km4,7 km6,3 km

O percurso

Horários e Comentários:

Início: 09:25/09:40. Coordenadas: 23K0748339/UTM7511193, altitude: 656 m. Fim da estrada e início da trilha: 9:45. Coordenadas: 23K0748399/UTM7510960, altitude: 644 m. Antes da porteira do Sítio Faraó entrar à esquerda: 10:05. Bifurcação seguimos à esquerda: 10:22 / 10:32. Coordenadas: 23K0749643/UTM7510530, altitude: 778 m. Casebre abandonado: 10:53 / 11:00. Coordenadas: 23K0749643/UTM7510530, altitude: 804 m. Travessia de riacho: 11:03/11:06. Deslizamento: 12:25. Coordenadas: 23K0749636/UTM7510530, altitude: 798 m. Pré-Cume: 13:55. Coordenadas: 23K0750013/UTM7511301, altitude: 1.277 m. Parada para lanche: 14:20 / 14:30. Cume: 15:00. Coordenadas: 23K0750192/UTM7511338, altitude: 1.312 m. Saída: 15:10. Deslizamento: 16:00. Água: 16:20. Casebre: 16:50. Bifurcação: 17:13. Bifurcação: 17:30. Fim da trilha e início da estrada: 17:47. Comentários – Inicialmente havíamos programado uma excursão ao Pico do Fidalgo. Mas nosso contato em Cachoeiras de Macacu, Jorge “Passarinho”, não viabilizou nossa entrada em Valério. Onde se inicia a trilha mais fácil para esse cume. Então, optamos em continuar a exploração na Serra da Botija e Santana. Sabíamos que valia a pena investir no lugar. Havíamos estado sábado passado no local. Para obter mais informações a respeito das trilhas existentes e localizar a área na carta do IBGE. Surpreendentemente, praticamente de primeira, obtemos mais uma conquista. Mais uma vez pudemos conduzir o povo “cebeense” a lugares nunca antes trilhados. Dessa vez tivemos a ajuda de um carro com tração nas quatro rodas. O que nos poupou um tempo precioso. Economizamos 1 hora de subida a pé e mais a descida. Graças à habilidade de Almir que conduziu o veículo por uma estreita estrada de barro chegamos a dez minutos do fim da estrada e início da trilha. Na estrada encontramos dúzias de bananas largadas que serviu para alegrar o nosso lanche. Alberto chegou a comer doze bananas! No caminho conhecemos Julinho que nos contou que depois da bifurcação, a trilha que desce segue para Gaviões. Sua casa fica a uma hora dali. Depois da última casa do vale ainda tem três horas andando e abrindo caminho até o campo de futebol, em Gaviões. Ressaltou que há a famosa Cachoeira Criminosa logo abaixo. Mas estávamos interessados na trilha que sobe. E assim nos despedimos e partimos para desbravar novos caminhos. O que o nevoeiro manteve em mistério na semana passada dessa vez fomos agraciados com uma bela vista da paisagem: Três Picos, Branca de Neve, Pedra do André, Pedra Focinho de Porco da Fazenda Campestre são os picos em destaques. Há também na direção do vale: Morro de São João, a Lagoa de Jaturnaíba e o mar. Começando a caminhada a partir da estrada de Carnaúba temos cerca de 4 Km de subida íngreme em terra batida. Praticamente a estrada termina num descampado com bela vista para Friburgo. O caminho se mantém marcado pelo trotar contínuo das mulas que carregam mantimentos. Desse trecho até a bifurcação antes da porteira da Faz Faraó segue sem grandes ascensões. Entrando à esquerda passa a ser um “toca pra cima” em barro escorregadio. Ao cessar a subida parece que a trilha some no meio da capoeira, mas mais a frente volta a ser definida. Quando chegamos na virada para o vale pode-se avistar a propriedade de Seu Julinho. Nessa bifurcação vamos a direção de uma pequena crista subindo que alterna momentos de aberta e fechada. Ao sairmos da mata começa descer até um casebre. Atravessamos um rio e pegamos um trilho de caçador que sobe até encostarmos à primeira elevação da serra. Nesse ponto estamos diante de deslizamento que deixa a rocha nua. Vamos margeando o deslizamento pela direita com muito cuidado para mantermos o rumo, pois a inclinação mais a direita é maior. A partir daí tentamos subir sem mexer na vegetação. Pois numa subida íngreme pelas raízes e arbustos precisamos dela para ascendermos. Na crista fazemos a trilha em direção a uma elevação que julgamos ser a mais alta. É quando as nuvens começam sua formação de chuva e o nevoeiro desce. Consultando o mapa do IBGE vimos que sinaliza um cume de 1.417 m não constando essas elevações. Outros mapas consultados apontam a Serra da Botija, porém sua localização também é controversa. O GPS marcou 9 Km de percurso de ida e volta. Como chegar:

Em Cachoeiras de Macacu devemos seguir para o bairro de Boa Vista e pegar a estrada de Santa Fé. Quase no fim desta há uma entrada à direita: Estrada de Caraúba. Carro com tração nas quatro rodas passa (Coordenadas: 23K0747668/UTM7511722, altitude: 485 m. Do centro de Cachoeiras de Macacu são cerca de 8 km até a entrada da Estrada de Caraúba.

Observações

Fonte / código de biblioteca: 3857

Registrado em 01 ago 2026 · última revisão em 11 set 2026. Acervo do Centro Excursionista Brasileiro.