Acervo de conquistas
Escaladas e caminhadas conquistadas por membros do Centro Excursionista Brasileiro.
Escaladas4 de 5 com extensão registrada
- EscaladaAltura da haste é a extensão da via em metros.
- CaminhadaAltura da haste é a distância percorrida.
- Graduação da Via4º VIsup A2 E2 D2Grau geral4ºGrau do cruxVIsupArtificialA2Colocações geralmente sólidas, porém mais difíceis; alguma pode falhar, mas fica logo acima de uma boa peça. Sem quedas perigosasExposiçãoE2Vias com proteção regularDuraçãoD2Meio dia de escaladaGrau geral, crux, artificial, exposição e duração, nesta ordem (Sistema Brasileiro) — passe o mouse para explicar cada trecho.
- Classificação da CaminhadaModerada superiorEsforço pela Metodologia de Classificação de Trilhas. Travessão significa não registrado.
- Não CaiaEscarpa do RosetoCaconde, SP8 mA3 E3ArtificialA3Artificial difícil: várias colocações frágeis em sequência e poucas proteções sólidas. Queda de até 15 metros. Horas para guiar uma enfiadaExposiçãoE3Proteção regular com trechos perigosos14 set 2003Pedro Bugim, André Dias
- CalongeEscarpa do RosetoCaconde, SP70 m4º VI A0 E3 D1Grau geral4ºGrau do cruxVIArtificialA0Pontos sólidos isolados ou em curta sequência, com pouca exposição; pêndulos; uso da proteção para equilíbrio ou descansoExposiçãoE3Proteção regular com trechos perigososDuraçãoD1Poucas horas de escalada13 set 2003André Dias, Pedro Bugim, Rodrigo Taveira
- Lila de MagalhãesPico do CaxambuArapeí, SP25 m7º A1Grau geral7ºArtificialA1Peças fixas ou colocações sólidas de material móvel, todas fáceis e seguras, em sequência razoavelmente longa1999Antonio Dias, Pedro Bugim
- Aranha BêbadaBloco na base da Pedra de CaxambuArapeí, SP20 mVIIa A1 E1Grau do cruxVIIaArtificialA1Peças fixas ou colocações sólidas de material móvel, todas fáceis e seguras, em sequência razoavelmente longaExposiçãoE1Vias bem protegidas31 out 1998Antonio Dias, Pedro Bugim
- Pedra do CaxambuPedra do CaxambuArapeí, SP——01 jun 1997Antonio Dias, Mauro Maciel, Zozimar de Morais
